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América do SulDestinos

Rota da uva de Jundiaí: guia completo das vinícolas

por   Natalia Manczyk 11 de dezembro de 2018
por   Natalia Manczyk 11 de dezembro de 2018 0 Comentários
Rota da uva de Jundiaí: para provar muito vinho perto de São Paulo

Não é preciso viajar para longe para beber muito vinho. É só ir para o interior de São Paulo, e fazer a rota da uva de Jundiaí, a 40 quilômetros da capital.

É uma viagem gostosa para o fim de semana, com muita bebida e muita comida boa. Na cidade cheia de descendentes de italianos, os produtores de uva resolveram aproveitar a fruta e passaram a produzir vinho.

A maior parte do vinho de Jundiaí é o vinho de mesa (aquele mais doce). Isso porque ele é produzido com a uva para consumo (e não a uva vitivinífera, de vinhos).

A principal é a Niágara (Jundiaí é o maior produtor de uva Niágara do Brasil) , mas ainda há a Isabel, Moscatel e uvas importadas do sul próprias para vinho para vocês provarem Bordô, Syrah, Sauvignon Blanc…

Na viagem, o negócio é ir de uma vinícola de Jundiaí para a outra com a finalidade de experimentar os vinhos junto com quitutes feitos pelas famílias, como pães caseiros, bolos, geléias. Enfim, preparem-se para uns quilinhos a mais. Até porque além do vinho, ainda há cachaçarias e cervejarias deliciosas.

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Como chegar na Rota da Uva de Jundiaí

Dá para ir de carro próprio para rodar por Jundiai à vontade ou fazer um passeio bate e volta de trem desde São Paulo nos primeiros, terceiros e quartos sábados de cada mês.

Um trem sai da Estação da Luz e chega até a Estação Ferroviária de Jundiaí. Lá é só pegar o passeio da Mania de Trilha, que inclui a visita a duas adegas, um restaurante, uma loja e as degustações por R$ 35. A rota do vinho de Jundiaí é em alto estilo: o grupo roda em um ônibus antigo todo estilizado e o passeio vai das 10h30 às 16h.

Adega Martins

Tem alguns dos melhores vinhos de toda a Rota da Uva de Jundiaí. Em primeiro lugar é necessário saber que ela é gerenciada por Amarildo Martins e a esposa Silvia, que recebem os turistas e explicam muito bem sobre o processo de fabricação, mostram a plantação e os tanques.

Junto com os vinhos, eles servem em uma mesa de frente para o parreiral as bolachinhas caseiras feitas pela mãe de Amarildo.

Ele fez o primeiro espumante com uva Niagara registrado pelo Ministério da Agricultura e oferece para provar o vinho branco seco Moscatel, um Niágara Rosé, Bordô e Merlot.

Também leva para conhecer o método champenoise com que faz os espumantes e, em uma pequena loja, vende as garrafas por R$ 20 a R$ 30 cada uma.

“Quando eu engarrafo o vinho, vendo história engarrafada porque eu passei muita coisa para chegar aqui”

 

 

Rota da Uva de Jundiai08
Rota da uva de Jundiaí - 2

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Beraldo

O italiano Beraldo di Cali veio para o Brasil em 1905, e se estabeleceu em Guaxupé. Naquela época a fama da uva de Jundiaí já era boa e em 1927 ele resolveu deixar sua fazenda de café em Minas para plantar uva em Jundiaí. Assim sendo, desde aquela época a Beraldo é produtora de uva, mas de vinhos é coisa mais recente.

Como você está interessado em viagens perto de São Paulo, que tal essas outras opções?

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Hoje a Beraldo produz vinho de mesa vinhos finos com uvas trazidas do Rio Grande do Sul (Cabernet, Merlot Malbec…), espumantes, vinho licoroso e a mexeriquinha (cachaça curtida na mexerica).

Mas o destaque é o restaurante, tanto que as famílias da região vão lá almoçar nos fins de semana. Em resumo, os pratos são todos com ingredientes locais, como a salada, o queijo, a polenta e o talharim com calabresa.

Rota da uva de Jundiaí

Fontebasso

Tem vinhos coloniais com tradição de mais de 100 anos. O bisavô de Valdinei, que apresenta adega,  chegou ali em 1887 e pouco depois já começou a produzir vinho.

Hoje tem oito variedades de vinho, entre eles da  uva corbina, trazida pela imigração. São feitos com uvas da adega, com exceção do Bordô seco e suave, por consequência de ser a única uva que ele não planta na propriedade.

Rota da uva de Jundiaí Fontebasso

Casa Cereser

É a loja de fábrica de uma das maiores fabricantes de bebidas da América Latina. É líder em cidra no Brasil e exporta para mais de 40 países.

As garrafas ali saem cerca de 10% mais baratas do que no mercado. Tem vinho de Santa Isabel, Niagara, Bordô, Malbec, Chardonnay, Cabernet Sauvignon e a frizzé, uma bebida lançada no ano passado daquelas para tomar na beira da piscina: com sabores de limão com frutas vermelhas, champanhe e laranja amarga, abacaxi e canela.

Assim, quando a visita é em grupos grandes, é servida uma degustação dos vinhos, espumantes e cidras com direito a queijos, salames, azeitonas, frutas e balas.

Rota da uva de Jundiaí - 1 (11)
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Vendramim

O vinho é bastante doce, mas tudo bem.  O mais gostoso mesmo é conhecer o lugar: o sítio das irmãs Sandra e Vera Vendramim.

Elas são mais algumas descendentes de italianos na região: o bisavô das duas cegou ali em 1887. Hoje, elas não têm mais plantações de uva: compram do Sul.

Dessa forma, diversificaram a produção, que pode ser vista pelos visitantes: porquinhos, vacas, plantações de banana, de pêssego… as andanças são entre tudo isso. Além disso, frutas são vendidas em uma lojinha lá mesmo, in natura ou transformadas em geleias.

Para grupos, as irmãs podem preparar, sob agendamento, café da manhã, almoço ou jantar com produtos do sitio mesmo: bolachas, leite, suco de goiaba e geléias caseiras fazem parte dos quitutes gostosos servidos.

Brunholi

Conhecer a Brunholi é um grande motivo para você não ficar só um dia em Jundiaí durante a Rota da Uva e, dessa forma, passar a noite de sábado para domingo na cidade.

Primeiramente porque tem muito para fazer por lá além da adega: há um museu sobre o vinho em um antigo barril de carvalho, uma fazendinha (com as estrelas: o porco Panceta e o minihorse) e uma horta com abacate, figo, amora, cereja e outras frutas.

Rota da uva de Jundiaí_Brunholi - 1 (1)
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Rota da uva de Jundiaí BrunholiAlém disso, é possível dizer que lá dá para ter uma manhã de domingo bem gostosa: o café da manhã no restaurante da Brunholi é uma orgia gastronômica: um bufê com 80 itens, como bolo vulcão de Nutella e leite ninho, pudim de uva, bolinho de chuva, croquetes, pai de ervas, pai de cenoura, tapioca e, claro, iogurtes, sucos, chás, café… O bufê é servido aos sábados e domingos, até às 11h30, e custa R$ 35 no sábado e R$ 39 no domingo.

Na sexta à noite, ali é servido um rodízio de massas, e nos outros dias, no cardápio a la parte o carro chefe é a parmegiana.

A Brunholi tem um vinho clássico, mas produz também espumante, vinho branco e a caipirinha pronta Brunholi — como resultado as bebidas já renderam prêmios, como ouro na 16ª edição brasileira do Concurso Mundial de Bruxelas. Na loja, as garrafas custam uma média de R$ 25 a R$ 35.

Rota da uva de Jundiaí_Brunholi - 2
Rota da uva de Jundiaí_Brunholi - 2
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Marquesim

Não dá para saber se a grande atração da Adega Marquesim é a loja que está dentro de um tonel de 90 mil litros ou o administrador da adega, Evandro Marquesim.

Ex-caminhoneiro, hoje ele gere a produção do avô com muitos projetos (pretende aumentar a produção das uvas Niágara, Corvina e IAC) e com muito amor. Assim, ele trata a adega como um local sagrado:

Entro na adega e cumprimento o vinho. Se vou mexer com o vinho, aviso: ó, vinho, vou tocar em você, tá? Ele é vivo, absorve as energias. E tem dado certo. Comecei com 2 mil litros e gora já estou com 6 mil litros

Rota da uva de Jundiaí_Marquesim - 1
Rota da uva de Jundiaí_Marquesim - 1

Adega do Português

Entre tantas adegas de descentes de italianos na Rota da Uva de Jundiaí, a Adega Português é a única de… descendentes de portugueses.

Também é a única administrada por uma mulher: a simpática Angela Coelho Moniz. Ela gosta de mudar a decoração todo mês e arrumar as videiras.

E, para honrar o sangue português, quer em breve passar a produzir vinho do porto e inaugurar um restaurante de comida portuguesa em uma casa de 100 anos de história na propriedade.

Angela mostra  a plantação (é bem interessante ver a técnica das videiras em Y), explica sobre pragas e leva para ver os barris, todos enfeitados com florzinhas.

Ali ela oferece para degustar os vinhos, os colores e os licores como o Tradição, feito com vinho, uva passa, vagem de baunilha e chá preto.

Dessa forma, para quem quiser levar para casa, o vinho custa R$ 16, o licor R$ 24 e o cooler R$ 18.

Rota da uva de Jundiaí_Adega do Portugues - 1
Rota da uva de Jundiaí_Adega do Portugues - 1
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Rota da uva de Jundiaí_Adega do Portugues - 1
Rota da uva de Jundiaí_Adega do Portugues - 1

Galvão

O avô de Junior Galvão montou a adega em 1950. Assim, em 2010, com a morte do avô, o lugar ficou abandonado e foi então que em 2016, o engenheiro Junior Galvão, que trabalhava em automação na industria,  resolveu assumir e reativar o negócio.

Além dos 90 pés de videiras (no lugar que já teve 10 mil) e da produção de vinho, ele faz uma boa cerveja artesanal, a Galvao Beer, que você pode provar por lá (e colocar uma cervejinha no estômago para quando o vinho cansar).Rota da uva de Jundiaí_Galvao - 4

Rota da uva de Jundiaí_Galvao - 4
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Costa Maziero

É a mais movimentada das adegas da Rota da Uva de Jundiaí. Assim, os barris com os vinhos ficam ali à disposição e é só pegar um copo e ir tirando a bebida para provar.

Se você for em um grupo de excursão, surpreendentemente a degustação é acompanhada de cookies e de um delicioso bolo de uva, daqueles que lambuzam a mão roxa de tanto recheio.

A Costa Maziero também é bastante buscada porque ficou famosa com a visita do Papa Bento ao Brasil. O vinho Niagara rosado da adega foi o escolhido entre 23 amostras de todo o país para ser servido ao papa. Em seguida, com a vinda de Francisco, foi de novo o vinho selecionado.

Rota da uva de Jundiaí_Maziero - 2
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Rota da uva de Jundiaí_Maziero - 2

Cachaçaria em Jundiaí

Pois é. Preparem-se para beber. E deixem um espaço para a cachaça porque vale bem a pena conhecer a Cachaçaria Casa Grande.

Quando chegar no endereço, não estranhe: você vai encontrar uma loja com rações de todos os tipos, selas de cavalo , botas e chapéus de boiadeiro. Isso porque a cachaçaria está no último andar desse shopping center fazendeiro.

Não tem mesas. Assim, o esquema é o seguinte: você vai encontrar 60 tipos de cachaça para degustar à vontade. tem de tudo o que você pode imaginar: jacamanga, carambola, jenipapo preto, amora, jaca, pera, erva doce e por aí vai.

Dica: Valmir de Souza, quem produz tudo isso, vai querer te apresentar a cachaça envelhecida em barril de carvalho (o uísque das cachaças), e não tenha medo: é uma das melhores.

Posteriormente, se quiser uma das cachaças para levar, é só pegar a sua garrafinha por R$ 15 e encher com a sua preferida. Simples assim. O problema é que é impossível provar só uma, duas, três…

Rota da uva de Jundiaí cachacaria

Onde comer em Jundiaí

A rota da uva não é só bebida. Você vai comer muito bem, o que ajuda a balancear o álcool no sangue.

Para o jantar, a dica é o O Italianão, que apesar do nome (por ter sido inaugurado por um italiano), tem como carro-chefe os frutos do mar.

O abadejo a belle meuniére (por R$ 129 para duas ou três pessoas) é macio e bem servido, acompanhado de camarão, alcaparra, champignon puxado na manteiga e azeite.

 

Rota da uva de Jundiaí_open tap - 1Existem muitos bares espalhados pela rota da uva de Jundiaí

Depois, para a noite, um bar bem agradável é o Open Tap, aberto em dezembro de 2017.

Esse também tem um sistema diferente:  dez chopes artesanais ficam disponíveis em bombas como a dos postos de gasolina.

Dessa forma, o cliente compra um cartão por R$ 10, carrega com o valor que quer e depois é só ir tirando o próprio chope (cobrado por litro).

É um ótimo sistema porque assim você pode provar mais de um chope e  colocar a quantidade que quiser no copo.

Alguns diferenciais interessantes

O lugar conta com espaço kids com monitores, jogos para os adultos, cobertores e um armário para guardar os copos dos clientes mais fieis. O cartão também pode ser recarregado por um app.

Caso você queira um prato doce

Na hora que bater a vontade de um docinho, o lugar é a Vendinha do Alto. Não tem um cardápio, assim os doces saem conforme a disponibilidade dos ingredientes e conforme a inspiração das donas.

Tem brigadeiro, cajuzinho de colher, pudim de leite, tapioca e outras perdições. O lugar também serve comida e nas sextas-feiras e, o forte, certamente é o torresmo e o virado à paulista.

Rota da uva de Jundiaí: uma viagem com muito vinho perto de São Paulo

Também existem as opções saudáveis

Já para dar um tempo na comilança e partir para frutas e verduras, passem no quiosque “Por falar em uva” e no Hortifruti.

O primeiro é um quiosque de frutas, mas é tão ajeitadinho pela Dona Nilce, que vale a visita.

Isso porque ela colhe as frutas da sua própria horta na madrugada anterior, então é tudo fresquíssimo.

Rota da uva de Jundiaí: uma viagem com muito vinho perto de São PauloJá no hortifruti, é você quem pode colher o seu próprio alface, sua couve e outras verduras para levar para casa.

Em frente ao Hortifruti, o Kiosque Roseira é um clássico da cidade. É da dona Laurinda, uma senhora fofa que começou com um carrinho, depois passou a vender ai em uma barraca de alvenaria e hoje é tão grande quanto um bar.

Assim, ela vende coxinhas de queijo (em tamanho GG por R$5), mas os sabores são vinte: há 3 queijos, carne seca, file mignon… prove também o suco de uva natural feito com Santa Isabel (parece a uva pura prensada) e o açaí.

Rota da uva de Jundiaí: uma viagem com muito vinho perto de São Paulo
Rota da uva de Jundiaí: uma viagem com muito vinho perto de São Paulo

*Viagem a convite da Rota da Uva de Jundiaí. O conteúdo do post é independente, baseado na opinião livre da autora

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JundiaíRoteirosão pauloVinho
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Natalia Manczyk

Trabalhou como repórter de viagem por 11 anos em uma das maiores revistas de viagem do Brasil. Viaja todo mês mundo afora e ama essa vida de descobrir (e divulgar) cantos pouco conhecidos.

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Esse é o Golden Pass Express, que vai de Montreux,na região francesa da Suíca, a Interlaken, na parte alemã (e vice-versa). 

O trajeto todo leva cerca de 3 horas e 20 minutos, e vai das vinícolas e lagos aos alpes suíços. Se você tiver o passe Swiss Travel Pass, que dá acesso ilimitado aos transportes da Suíça, o trem está incluído. Você paga só a reserva do assento.
 
Manda para quem vai adorar fazer essa rota de trem na Suíça! @goldenpassexpress 

Viagem a convite do turismo da Suíça (@switzerlandbr )

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ROTEIRO COMPLETO EM PORTO ALEGRE A cidade é muito ROTEIRO COMPLETO EM PORTO ALEGRE

A cidade é muito mais do que um ponto de passagem para a viagem para Gramado e Canela. Vale ficar pelo menos dois dias em Porto Alegre para aproveitar todos esses restaurantes e regiões deliciosas de passear.

E onde ficar em Porto Alegre? O melhor hotel é o Hilton Porto Alegre: está na melhor localização, no bairro Moinhos de Vento, que é super arborizado e cheio de cafés e restaurantes. Além disso, o @hiltonportoalegre está do lado do shopping Moinhos de Vento e do Parcão, e tem quartos super espaçosos, novos e com vista linda para toda a cidade. Quem fica no hotel pode ainda passar um tempo na piscina no rooftop, na academia super completa e jantar no POA Bistrô, aberto também para não hóspedes.

Manda para quem vai gostar desse roteiro perfeito para comer muito bem e ficar muito bem hospedado. 

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Quantos likes merece a Suíça? Esse cenário impres Quantos likes merece a Suíça?

Esse cenário impressionante é uma das cidades imperdíveis da Suíça: Montreux, que tem a sorte de ser sempre enfeitada por essa cadeia de montanhas, a Dents du Midi. São sete picos, todos perto dos 3000 metros, por isso mesmo no verão ainda é possível ver as montanhas nevadas. 

E como encontrar essa vista? É só ir até o Chateau de Chillon, projetado já no século 12 justamente para estar bem em frente à cadeia de montanhas.

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O castelo mais bonito da Suíça e o monumento mais O castelo mais bonito da Suíça e o monumento mais visitado do país! Essa é o Castelo de Chillon, em Montreux, construído no século 13 em cima de uma rocha no Lago Genebra. 

O lugar foi muito bem escolhido. Como se não bastasse essa geografia, tem vista para as montanhas nevadas de Montreux. Pode ser que você também já tenha visto esse castelo rm várias pinturas: Gustave Courbet e Delacroix estamparam o Chateau de Chillon nas telas. Mesmo assim não deixe de visitar: está incluído no Swiss Travel Pass.
 

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O momento que voce para e pensa: “é, cheguei na Su O momento que voce para e pensa: “é, cheguei na Suíça”. Essa lindeza, com o lago e as montanhas nevadas, é Montreux, uma das cidades mais bonitas da Suíça!

Me segue no @portadeembarque  para ver todas as dicas da Suíça e do trem panorâmico 

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COMO É O EPIC UNIVERSE COM OUTROS OLHOS: Já que p COMO É O EPIC UNIVERSE COM OUTROS OLHOS:

Já que parque de Orlando é para se divertir e não para fazer fotos “aesthetic”… foi assim que eu fui aproveitar o novo parque da Universal Orlando Resort. Tem o mundo do Super Nintendo, do Donkey Kong, um cenário perfeito da Paris dos anos 1920 no mundo do Ministério da Magia e o mundo dos vikings e dragões em Como Treinar seu Dragão. 

Todos os mundos estão ao redor do Celestial Park, com carrossel e uma das melhores montanhas-russas de Orlando, o que faz ser muito fácil rodar pelo parque.

Gostou? Eu adorei a experiência de me divertir filmando com a Kodak Charmera sem fazer poses e me divertir de verdade. Afinal, é essa a ideia, né? 

O Epic está a 40 minutos de carro de Kissimmee, o lugar para alugar casas de férias perto dos parques.

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Você já conhece Celebration, a cidade perfeita cri Você já conhece Celebration, a cidade perfeita criada pela Disney?

Celebration está a só 10 minutos da Disney e a meia hora de Kissimmee, o lugar para alugar casas por aqui. Celebration é cheia de restaurantes e de natureza, e um passeio bem gostoso é rodar de bike por aqui com a @celebrationbikerental . 

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Eis que nos anos 90 a The Walt Disney Company decidiu voltar com a ideia e criou Celebration, a cidade toda planejada. Nem parece que é tão perto dos parques: tem lago, é superarborizada e com uma arquitetura bem charmosa. É para ter uma manhã ou uma tarde agradável pertinho dos parques. 

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Natalia Manczyk tem o trabalho dos sonhos: é jornalista de turismo. Foi repórter por onze anos de uma das maiores revistas de viagem do Brasil. Viaja todo mês mundo afora e conhece mais de 60 países. Leia mais sobre a autora.

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