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Crônicas da estrada

Lugares mais incríveis do mundo

por   Natalia Manczyk 30 de abril de 2016
por   Natalia Manczyk 30 de abril de 2016 0 Comentários

 

Mandala com vários tons de lilásBastava surgir, numa con­versa entre amigos, o assunto “viagens recentes” para que eu já temesse uma certa pergunta, das mais perturbadoras. E ela sempre vi­nha. Era só des­cobrirem que sou uma via­jante frequente para, infelizmente, me ende­reçarem a tal da questão: “Qual é o melhor lugar que você já foi?”. E, com a voz e a cabeça mais baixas e uma evidente vergonha na cara, res­pondia: “Não sei”. Ainda tentavam me ajudar ou, talvez, pressionar: “Mas você já foi a tantos lugares incríveis! Co­mo não sabe?”. É, não sabia mesmo. E mudava de assunto.

Mas, alguns dias atrás, me obriguei a conseguir a res­posta. E não foi reservando um do­mingo pa­ra horas de pensamentos, reflexões e lembranças. Foi durante a semana mesmo, na maior pressão. Resolvi fazer um adesivo deco­rativo para as paredes lá de casa, com o desenho de uma placa indicando as mi­nhas cin­co cidades pre­feridas (bom, cinco é mais fácil do que uma).

Tive que escolher as minhas cidades prediletas do mundo na maior pressão. Sem tempo para horas de pensamentos, reflexões e lembranças.

A atendente parecia me forçar a ter logo a lista: “Escreva suas cidades prediletas”, dizia ela em um chat via internet. Tudo rápido assim, sem tempo para pensar. De so­petão, como aque­la inspiração que surge do nada e deve ser aproveitada, escrevi en­tão as cinco me­lho­res viagens que, em fração de segun­dos, apareceram no setor de lem­branças da mente.

Com o orgulho de quem finalmente venceu um desafio pessoal, fui logo contar a escolha a uma amiga. “Essas cidades? Mas por quê? Elas não têm nada de especial”, perguntou-me. Precisei desse em­pur­rão­zinho durante um projeto de de­coração para des­cobrir que os lugares favo­ritos neste mundão com infinitos pontinhos no mapa não são os hotéis cinco estrelas com pis­cina de borda infinita e vista para um mar azulado. Nem os bangalôs com pis­cina priva­tiva e muito me­nos o all inclusive de la­gostas, caipi­ri­nhas e sushis.

Mandala rosa e amarelaAs viagens mais especiais fo­ram aquelas em que o chi­nelo foi usado todos os dias e o salto alto pa­ra as festas grã-finas ficou em casa. O conforto das camas espaçosas dos hotéis foi trocado por noites maldormidas, seja por causa dos beli­ches des­con­fortáveis dos alber­gues ou das festas em que a gente nem lembra da necessidade de dor­mir. Os melhores lugares fo­ram também aqueles em que não fez falta vol­tar para casa sem uma mala re­cheada de compras. A bagagem veio com pes­soas que cruzaram o cami­nho e que em poucos dias já eram chamadas de amigas. Essas sim tor­naram-se melhores lem­bran­ças do que aquela blusa comprada em um shopping qualquer.

 O conforto das camas espaçosas dos hotéis foi trocado por noites maldormidas, seja por causa dos beli­ches des­con­fortáveis dos alber­gues ou das festas em que a gente nem lembra que em algum momento é preciso dor­mir.

Na lista que sob preMandala roxassão consegui produzir, uma das cidades que fazem parte está, de avião, pertinho deSão Paulo. Não é um lugar des­conhe­cido e pode ser banal para alguns: o Rio de Janeiro, que me recebeu em tan­tos carnavais, ré­veillons e em prosaicos fins de semana. Provocou encontros e desencontros e bolhas nos pés como marca das andanças em busca de cachoeiras. Lá, o rímel estava sempre borrado, culpa de um mergulho não pro­gra­mado no mar, do cho­ro de uma emo­ção ou da chuva que desa­bou e eu nem li­guei. Va­leu muito mais a maquia­gem des­mon­tada do que ter mantido a cha­pi­nha impe­cável numa festa qualquer.

A descoberta do óbvio – de que os melhores lugares são aqueles com me­mórias imbatíveis – rendeu uma consumidora a me­nos para a loja. Aboli a missão de comprar o tal do adesivo decorativo. Porque boas memó­rias não se res­tringem a apenas cinco lugares visitados. Elas são suscetíveis a substituições e, por isso, não podem es­tar fi­xas, estampadas numa parede.

CrônicaMundoRio de Janeiro
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Natalia Manczyk

Trabalhou como repórter de viagem por 11 anos em uma das maiores revistas de viagem do Brasil. Viaja todo mês mundo afora e ama essa vida de descobrir (e divulgar) cantos pouco conhecidos.

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Qual é o roteiro do navio pelo Danúbio, quanto custa o cruzeiro, quantos dias leva a viagem, quanto tempo o navio fica em cada cidade e a dica extra: tem saídas em português, com guias falando português e toda a comunicação do navio em português.
 
Para reservar, é só contatar a @vellerepresentacoes .

#cruzeiros #danubio #brasileirosnaeuropa #lesteeuropeu
Um dos melhores hotéis do Brasil Passei os último Um dos melhores hotéis do Brasil

Passei os últimos dias no @barracuda.hotelandvillas , em Itacaré, e é mais que um hotel charmoso e de alto padrão na Bahia. A vista é mesmo privilegiada: para a Mata Atlântica e para o mar o tempo todo, seja da piscina seja dos quartos. E, apesar de estar no alto de uma encosta com esse cenário de isolamento total, fica a menos de cinco minutos da praia e do centro de Itacaré.

Essa mistura poucos hotéis têm. A possibilidade de relaxamento total, passando dias entre o som da mata e do mar, e, ao mesmo tempo, a possibilidade de fazer passeios e ter toda a integração com a comunidade. Além disso, o Barracuda tem uma história interessante, que aparece aqui e ali.

Não nasceu como hotel. Foi criado por um grupo de 8 amigos suecos que se apaixonaram pela Bahia (como não?) e pretendiam construir casas para passarem temporadas por lá. Se juntaram ao casal de brasileiros Juliana e Daniel, e depois de um vai e vem de projetos, nascia o hotel e as vilas dos suecos, disponíveis para hospedagem também. Eles fizeram questão de trazer a brasilidade, com muita madeira, janelas com treliças, passarelas e as janelas grandes que trazem a brisa do mar e os sons da mata. No Brasil, estamos acostumados com esses elementos, mas o Barracuda faz lembrar o tempo todo o que a gente não pode esquecer: de valorizar as nossas vistas, a alegria do povo, a brisa do mar, os coqueiros, o verde e tudo o mais. 

#barracuda #itacare #itacarebahia #costadocacau
Precisa disso? Me conta! Você prefere aproveitar a Precisa disso? Me conta! Você prefere aproveitar a Praia do Espelho, na Bahia, na parte vazia ou na parte com fila? 

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Budapeste: a cidade onde termina (ou começa) o cru Budapeste: a cidade onde termina (ou começa) o cruzeiro pelo Danubio com a @amawaterways.

O roteiro é de 8 dias e vai de Vilshofen (a uma hora e meia de Munique) a Budapeste (ou vice-versa). Você pode escolher começar a viagem em uma ou na outra. O navio atraca em Budapeste no início da manhã e fica uma noite, o que significa que você tem pelo menos um dia inteiro e uma noite para explorar essa que é uma das cidades mais grandiosas da Europa. Dica: como é o lugar onde começa ou termina o roteiro é só chegar antes ou sair uns dias depois do cruzeiro para ter mais tempo em Budapeste. 

Para fazer esse cruzeiro lindo também, é só reservar com a @vellerepresentacoes .

#danubio #brasileirosnaeuropa #cruzeiro #viajantesbrasileiros
O que fazer em Zurique no inverno (e bem fora do ó O que fazer em Zurique no inverno (e bem fora do óbvio).

Pouca gente sabe, mas você pode ter tardes e noites bem relaxantes aproveitando as saunas pela cidade. São a maneira como os suíços aproveitam o inverno e você pode aproveitar também. Elas são bem diferentes das que estamos acostumados, então vale bem a pena experimentar e ficar renovado nas férias.

*viagem a convite do Turismo da Suíça (@switzerlandbr ) 

#viajantesbrasileiros #brasileirosnasuica #zuriqueINeedSwitzerland
O lugar para ver neve o ano inteiro na Europa: O O lugar para ver neve o ano inteiro na Europa:

O Top of Europe, em Jungfrau, a uma hora e meia de Interlaken, na Suíça. O complexo, onde está a estação de trem mais alta da Europa, é formado por dois mirantes, o Palácio de Gelo, museu e três restaurantes. 

Ali você pode dizer também que foi no correio, na relojoaria e na loja de chocolates mais altos da Europa. Saiba como chegar no Top of Europe e tudo o que ver por lá!

*Viagem a convite do Turismo da Suíça (@switzerlandbr )

#ineedswitzerland #jungfraujoch #brasileirosnasuica #brasileirosnaeuropa
Você já viajou para parar? Esquecemos que viajar é Você já viajou para parar? Esquecemos que viajar é movimento, mas é também parar. E maturidade é lebrar disso nos destinos mais especias!

Siga o @portadeembarque para mais inspirações de viagem! 

#brasileirospelomundo #mulheresviajantes #dicasdeviagem
A cidade suíça que você não pode pular: Interlaken A cidade suíça que você não pode pular: Interlaken.

É de Interlaken que você faz a rota panorâmica no trem GoldenPass Express, vê os Alpes Suíços por todo lado, faz caiaque no lago entre as montanhas com a Hightide Kayak e em uma hora e meia chega no Top of Europe, a estação de trem mais alta da Europa junto dos glaciares com neve o ano todo. Já foi? Manda para quem precisa ir também! 

*Viagem a convite do Turismo da Suíça (@switzerlandbr )

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Saber desaparecer é o maior luxo nos dias de hoje. Saber desaparecer é o maior luxo nos dias de hoje. Você também gostaria de desaparecer?

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Quem faz o Porta de Embarque?

Natalia Manczyk tem o trabalho dos sonhos: é jornalista de turismo. Foi repórter por onze anos de uma das maiores revistas de viagem do Brasil. Viaja todo mês mundo afora e conhece mais de 60 países. Leia mais sobre a autora.

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