O que fazer em Nashville, a cidade do country

por   Natalia Manczyk
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O que fazer em Nashville, a cidade do country nos Estados Unidos

Saiba tudo o que fazer em Nashville: todas as atrações, os melhores restaurantes, as rotas da música…. Meu roteiro de carro por quase 1.000 km pelo sul dos Estados Unidos terminou em Nashville e em um dia e meio deu para fazer todos os passeios, mas aí vai a primeira dica: é corrido. Recomendo pelo menos dois dias inteiros.

Nashville, a cidade do country,  é animada, cheia de gente jovem nas ruas e garotas usando botas de couro mesmo no calorão (umas oito em cada dez meninas usam a bota).

A galera toma as ruas de dia formando filas que dobram o quarteirão nas churrascarias e nas lanchonetes e, à noite,  a rua dos bares, a  Broadway, vira um formigueiro. Bom, vamos ao que fazer em em Nashville:

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Country Music Hall of Fame

O imenso museu Country Music Hall of Fame é o templo do country. É completíssimo, com instrumentos dos ídolos, a história do country e tal, mas como o country não faz muito parte da nossa cultura por aqui, é rápido de ser visitado: acabamos passando reto por muitas informações que os amantes do country certamente parariam para ler.

Veja mais: 

No museu é bom visitar a Hatch Show Print, uma das primeiras gráficas de impressão de posters de shows. A gráfica, de 1879, já imprimiu posters de Bob Dylan, Coldplay, Johnny Cash…

Ainda está em funcionamento e, assim como quase tudo nos Estados Unidos, inclui uma loja com suvenires para levar para casa, como livros e muitos e muitos posters.

Studio B

É do Country Music Hall of Fame que sai um ônibus que leva a um estúdio imperdível: o Studio B (não esqueçam de reservar com antecedência porque na hora não é possível comprar o tour). Os guias são  extremamente divertidos e o tour é bem interativo.

Leia mais dessa rota:

No Studio B,  foram gravados mais de 1000 hits, entre eles 250 músicas de Elvis. Então, o tour apresenta vídeos dos cantores naquelas mesmas salas nos anos de 1960, mostra curiosidades como uma lasca na parede por conta de um chute raivoso de Elvis e põe para tocar as músicas do Rei com a iluminação que ele gostava.

Algumas músicas ele tocava com iluminação vermelha, outra com a verde, etc. Foi no Studio B onde ele gravou “Amazing Grace” e “I Did it my Way”, tanto que lá ainda está em exposição um piano do Elvis.

Veja mais:

Uma curiosidade: embora o estúdio tenha fechado em 1977, um dia depois da morte do Elvis, sua data de encerramento das atividades já estava prevista fazia tempos.

Ryman Auditorium

Mais um lugar que não pode faltar na sua viagem a Nashville é o Ryman Auditorium. O tour começa com um filme muito bem feito, com hologramas e efeitos especiais contando a história do auditório.

Ocupa o lugar onde funcionou uma antiga igreja: mas ela foi transformada em casa de shows em 1901, conta com bancos originais de 1872 e já recebeu todos os grandes que você pode imaginar: Neil Young, Santana, B.B King, Ringo Starr, Rod Stewart…

O ingresso inclui uma visita aos camarins e a chance de pisar no palco onde estiveram esses mitos. Uma curiosidade: o palco é de madeira brasileira porque dizem que é a mais resistente.

Além disso, a história, a acústica e a beleza do Ryman Auditorium transformam em privilegiado quem consegue assistir a um show ali.

Third Man Records

A loja Third Man Records vende vários discos, mas não tem cara de sebo antigão. Ela é, sobretudo, bastante colorida e moderninha, com um estilo da Imaginarium.

Além dos discos, vende canecas, camisetas, chaveiros, etc. Dessa maneira, quem adora música fica louco nessa loja. E até para quem não liga muito para discos, vale a pena a visita, portanto não deixe de conferir!

Grand Ole Opry

É uma casa de shows aqui tinham shows que eram gravados para a rádio ate 1976.  O lugar continua como casa de shows e é inegavelmente uma honra para o artista ser convidado para tocar no Grand Ole Opry.

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Às terças, sextas e sábados rolam shows country lá à noite. Afinal, trata-se de algo bem tradicional. O auditório lota e o pessoal, surpreendentemente,  sabe cantar todas a músicas.

Se você gosta de fazer programas locais, esse é o lugar.  Geralmente, é uma sequência de apresentações de vários cantores e bandas, e dura cerca de três horas. Mas você não precisa assistir ao show inteiro.

Belle Meade Plantation

A Belle Meade é uma antiga fazenda de criadores de cavalos e ocupa uma área verde gigantesca de Belmond, que sempre foi um dos bairros mais ricos de Nashville. É super gostoso ficar passeando pelos jardins de lá.

Dá para conhecer a casa da família, guiado por um guia com roupas da época (passei calor só de ver a moça com tanta roupa), e ver os móveis dos anos de 1800, os bordados, tapeçarias, lustres, etc.

Parthenon

Faz parte da lista de o que fazer em Nashville, afinal é um símbolo da cidade, mas vale mais pelo parque onde está (o Centennial Park) do que pelo monumento em si.

Construído em 1897, é a única réplica do Parthenon em tamanho natural fora de Athenas. Esse Parthenon de Nashville é um museu, com cinco galerias para exposição de arte.

Frist Center for the Visual Arts

É um museu instalado em um prédio pomposo de mármore branco, onde funcionou o principal correio de Nashville, dos anos de 1930 aos anos de 1980.

O Frist Center for the Visual Arts não tem exposições permanentes, mas recebe 17 exposições temporárias por ano.

Consultem o site antes de ir. É ótimo para as crianças! Além dos menores de 18 anos entrarem de graça, o museu conta com uma área com tanto entretenimento para as crianças que até eu gostei e passei um tempo lá.

Monitores compõem o espaço a fim de ensinar a fazer desenhos, esculturas, pinturas e serigrafias relacionadas às temáticas apresentadas pelo museu.

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Nelson`s Green Brier Destillery

Quem nunca reparou nos rótulos de whisky com o nome do Tennessee? Vale a pena conhecer uma destilaria e ainda provar algumas doses.

Assim sendo, eu conheci a Nelson`s Green (no caminho para o aeroporto, antes de pegar o voo de volta!), que está aberta todos os dias da semana e oferece tours por US$ 10 até às 17h (às terças tem tour até às 18h).

O proprietário conta a história da fabrica, mostra os barris e  o processo de fabricação – descobri, por exemplo, que para ser um Tennessee Whisky é preciso obedecer regras como conter 51% de milho).

Em seguida, vem a degustação de algumas variedades, e para quem quiser comprar direto da fonte, é só passar na loja da destilaria.

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Passear na Broadway

de fato fiquei impressionada com o agito dessa rua. Isso porque ela é lotada de bares.. e de gente! Assim, mesmo que você não entre em um bar, vale a pena ir na Broadway só para ver a multidão por lá.

Em suma, o principal bar é o Honky Tonk Central. O nome é inspirado na música dos Stones, mas em Nashville virou até gíria: “Let`s honky tonk”, que significa fazer festa.

Onde comer em Nashville:

Hattie B’s

São duas as unidades em Nashville (Midtown e West Nashville), e logo após o céu nascer, forma fila até o estacionamento de gente querendo o carro-chefe: os frangos empanados.

Tem desde sem pimenta até os com pimenta em um nível que só quem está bem acostumado consegue encarar. É até engraçado de ver: muita gente come o frango com uma garrafinha de leite do lado.

É que dizem que o leite tira melhor a ardência da pimenta do que água. Mais uma coisa diferente: O prato famoso m=no Hattie B’s são os frangos empanados servidos com… feijão e waffle!

É um pouco estranho para a gente mesmo. Provei com esses acompanhamentos, mas preferido modo tradicional de comer frango, ou seja sem waffle.

Restaurante 5th & Taylor

É bem elegante, perfeito para um jantar romântico ou para aqueles dias em que você quer aproveitar para comer melhor (e gastar um pouco a mais).

O 5th & Taylor fica no bairro de Germantown e tem pratos sofisticados, como o pato com erva-doce e salmão ao creme de vodca com limão. Tudo uma delícia!

Peg Leg Porker

O proprietário é o simpático Carey Bringle. Ele é famoso nos programas de TV por lá, e faz o autêntico barbecue do Tennessee.

O restaurante  Peg Leg conta com um terraço, onde ele coloca o porco na grelha. O restaurante é despretensioso e informal, tanto que o comum lá é comer com as mãos.

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