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Como chegar na pedra dourada de Myanmar

por   Natalia Manczyk 23 de fevereiro de 2017
por   Natalia Manczyk 23 de fevereiro de 2017 0 Comentários
Passeio para ir na pedra dourada

Sempre vi fotos da pedra dourada de Myanmar e eu era louca para conhecer. A partir de Yangon, a maior cidade de Myanmar, leva três horas para chegar e, claro, mais três horas para voltar. E quer saber? Vale muito a pena passar seis horas do seu dia na estrada só para ver a pedra, mesmo que isso seja extremamente cansativo.

Eu já tinha desistido de ir, quando encontrei um casal de brasileiros na Shwedagon Pagoda (um dos templos principais do budismo e passeio imperdível em Yangon). Os dois tinham combinado com um taxista de ir à pedra dourada (Kyaiktiyo Pagoda) por US$ 130 o dia todo. Me chamaram para ir junto e dividir o valor com eles, então lá fomos nós. Pesquisando depois, achei alguns tours, e os mais baratos saem cerca de US$ 250 por pessoa incluindo o hotel lá perto ou US$ 175 ida e volta, o que quer dizer que vale fazer esse esquema do táxi.

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Passeio da pedra dourada de Myanmar, Yangon

O caminho para a pedra dourada de Myanmar

O taxista me buscou no meu hostel (o 21 Hostel, com quartos tipo cápsulas que só indico para quem não é claustrofóbico) às 5h45. Mesmo que a essa hora você não esteja com fome, coma bem e leve um lanche para ser o seu almoço, porque na montanha onde está a pedra dourada não tem nada para comer. Na verdade, muita gente vende comida no trajeto, mas elas não são lá muito higiênicas. Não sou nada fresca, mas as comidas eram frango frito com moscas em cima, peixes que pareciam estar lá há dias e comidas não identificáveis.

Saibam que, mesmo no conforto de um táxi, é uma aventura chegar na pedra dourada. As ultrapassagens são em plena curva e a tensão é tão constante que é difícil tirar um cochilo no caminho. Quando você achar que, enfim, chegou, vem a segunda parte da aventura.

O táxi o deixará em uma estação onde será obrigatório pegar um outro veículo para subir a montanha e chegar na pedra dourada: você terá que ir na caçamba de um caminhão junto com mais umas 30 pessoas. Calma! Pelo menos tem bancos! Custa 2 mil kyats (R$ 4,44) para ir na caçamba ou 3 mil kyats (R$ 6,66) para a primeira classe (no banco junto com o motorista). Apesar de a pedra dourada parecer turística, eu e o casal éramos os únicos estrangeiros do caminhão. Vocês irão junto com o pessoal em peregrinação: monges, crianças, idosos e homens mascando a noz de betel (planta que dá um barato e deixa a boca vermelha).

Veja mais:

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Passeio da pedra dourada00, Myanmar
Selfie com a galera
Estação
Passeio da pedra dourada00, Myanmar
Amigos do caminhão
E lá vamos nós
como fica a boca com a noz de betel
Cartão do taxista que me levou: recomendo
Passeio da pedra dourada00
Estação do caminhão que leva à pedra
Galera no caminhão
Cadeirinha para evitar a caminhada

O trajeto tem mais adrenalina que montanha-russa. O caminhão praticamente voa e sobe curvas na beira de penhascos por cerca de 40 minutos. Mas é só pensar que esse trajeto é feito todo dia (há dezenas de anos) que a tensão melhora. Para ajudar, você pode pensar também que estou aqui vivinha para contar a história.

Quando você chegar no topo da montanha, vai ter gente oferecendo uma cadeirinha para que você vá carregado até a pedra dourada. Deve valer a pena porque dali do desembarque é preciso enfrentar mais uma caminhada, mas o preço da cadeirinha era salgado, US$ 20, então fui andando mesmo.

Em certo momento dessa caminhada, estrangeiros são obrigados a passar por um posto de controle para pagar a entrada de 6 mil kyats (R$ 13). E mais uma vez eu percebi ali que estrangeiros são minoria: não devia ter mais de dez no topo todo da montanha.

Passeio pedra dourada32

Vista lá do alto

No caminho para a pedra dourada

Aí estão algumas das pessoas que fotografei na caminhada até a pedra dourada.

Passeio da pedra dourada60

O caminho a pé para chegar na pedra dourada é assim

A primeira vez que, finalmente, vi a pedra

A primeira vez que, finalmente, vi a pedra

 

Enfim, cheguei na pedra dourada

Depois de uns 20 minutos andando no calor desde o desembarque do caminhão, surge, enfim, a pedra dourada brilhando imensa pendurada no alto da montanha. Parece mesmo que vai cair rolando a qualquer hora, mas dizem que ela está ali há mais de 2 mil anos e que está pendurada só por um fio de cabelo do buda. Por isso, é tão sagrada. Peregrinos vão de longe e muita gente acampa ao redor. As mulheres ficam sentadas rezando ou acendem velas em frente  à rocha, enquanto os homens grudam uma folha de ouro na pedra (turistas homens também podem grudar).

Passeio da pedra dourada99 (1)

Os homens podem grudar uma folha de ouro na pedra

Passeio da pedra dourada02 (1)

As mulheres ficam ao redor vendendo comida ou rezando

O povo de Myanmar é super religioso, e na pedra dourada não é diferente

O povo de Myanmar é super religioso, e na pedra dourada não é diferente

Pedra dourada de Myanmar

Um misto de cara de acabada e de felicidade

Por volta das 14h, começamos a enfrentar todo o caminho de volta: a caminhada, a caçamba com adrenalina e o táxi. Nosso motorista estava esperando a gente na estação e,  na volta, ele incluiu algumas surpresas. Parou na cidade de Bago, onde está um templo (mais um) e esculturas de um lindo buda deitado, de um buda dentro de uma serpente (apesar de eu ter viajado por vários países da Ásia, esse eu nunca tinha visto)  e de um imenso buda sentado.  O legal é que o lugar não é nada turístico, então você estará junto de crianças correndo e de adultos rezando. De Bago, levou mais uma hora até Yangon. Cheguei cansada, sim, mas ver de perto essa pedra especial junto com a religiosidade da população faz todo o esforço valer a pena.

Parada em Bago: no caminho entre a pedra e Yangon

Bago, Myanmar
Bago, Myanmar
Bago, Myanmar
Bago, Myanmar
  • Se você preferir dormir perto da pedra dourada para descansar antes de voltar a Yangon, há dois hotéis simples lá perto:  o Kyaik Hto Hotel, que fica a poucos passos da pedra dourada e tem uma vista linda para o vale, e o Sane Let Tin Resort Myanmar, que está mais longe, a 33 km, mas tem piscina para refrecar do calorão de Myanmar.
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Natalia Manczyk

Trabalhou como repórter de viagem por 11 anos em uma das maiores revistas de viagem do Brasil. Viaja todo mês mundo afora e ama essa vida de descobrir (e divulgar) cantos pouco conhecidos.

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